Blog Curves

Viu um par de sapatos incríveis e não resistiu? Ao chegar em casa experimentou e descobriu que eles são instrumentos de tortura? Existem diversas técnicas para lacear os calçados, porém, nem sempre é uma boa ideia.

Para garantir o calçado perfeito, listamos algumas dicas:

36

Experimente

Sempre experimente os calçados antes de efetuar a compra, pois as numerações variam entre marcas, as fôrmas são diferentes e podem trazer inúmeros danos ao seu pé.

Prove sapatos no final do dia

Durante o dia os seus pés incham, chegando a aumentar até um número no tamanho original. Experimentar nessa fase do dia, é garantia de que se servirem sem machucar, serão os pares perfeitos para todas as ocasiões.

Prepare os calçados com antecedência

Antes de usar pela primeira vez os sapatos novos, ande com eles pela casa usando meias grossas. Em sapatos de couro, é recomendado o aquecimento deles com secador de cabelo enquanto calçado, fazendo com que a pele seja amaciada e tome a forma dos seus pés.

O maracujá é uma das frutas que se pode aproveitar 100%, desde a casca até a polpa, além de oferecer diversos benefícios, como a função calmante e propriedades emagrecedoras. Listamos algumas outras propriedades da fruta:

35

Perda de peso:

O número de calorias do maracujá é muito baixo e sua casca possui propriedades emagrecedoras. A melhor maneira de consumi-la é em forma de farinha. A parte branca possui uma concentração de pectina, uma fração de fibra solúvel que ajuda a trazer uma sensação maior de saciedade, diminuindo a velocidade com que o açúcar é absorvido pelo sangue.

Tranquilizante:

Os alcaloides e flavonoides agem no sistema nervoso central, fazendo com que a fruta atue como calmante e relaxante muscular. O consumo do maracujá ajuda a combater a ansiedade, depressão e distúrbios do sono.

Antienvelhecimento:

O maracujá é antioxidante, ou seja, evita o envelhecimento precoce dos órgãos, melhorando o funcionamento deles.

Muitas pessoas relatam sentirem uma intensa necessidade de comer – muitas vezes direcionada a doces ou algum outro alimento específico. Essa necessidade em geral é uma simples “vontade de comer” ou em outros momentos é o “comer emocional”.

6

A “vontade de comer” vem geralmente direcionada a algum alimento. Mas não se engane. Não necessariamente será assim. Muitas vezes as pessoas estão acostumadas a comer uma quantidade X de comida e quando começam a comer uma fração disso sentem a “vontade de comer” mais. A memória de um alimento saboroso está bem guardada, principalmente quando foi muito prazerosa a experiência de se alimentar ou mesmo quando costumava ser um hábito. Uma memória bem “viva” deste alimento pode ocasionar esta “vontade de comer”.

O comer por estresse emocional obedece às mesmas regras da “vontade de comer”, porém, ocorre no momento em que alguma emoção negativa está ativa, como raiva, tristeza, estresse, frustração, etc. O que o nosso cérebro irá fazer é tentar adicionar uma experiência positiva para sobrepor a emoção negativa. Tentamos até mesmo retirar a emoção negativa através de uma ingestão de prazer.

Muitas pessoas comem pelo hábito, pelo “comer emocional” e pela “vontade de comer, mas poucas comem pela fome fisiológica. Esta, como o próprio nome já diz vem de uma sensação fisiológica do nosso corpo. Sabemos quando estamos com muita fome por uma dor que se localiza no centro da barriga. Sabemos também que estamos “cheios” também por um desconforto abdominal. Geralmente sabemos diferenciar apenas em 3 categorias (“estou com muita fome”/ “não estou com fome”/ “estou cheio”). Passamos a não mais conhecer nosso corpo e suas necessidades. Não adquirimos uma visão cuidadosa para este aspecto.

Você pode estar se identificando, mas não sabe por que isso acontece afinal. Nosso cérebro em uma forma de responder à estímulos. Sendo o estímulo a “fome”. Interpretamos estímulos em duas categorias básicas: prazeroso/desprazeroso. A sensação de desconforto fisiológico em geral é interpretado como “desprazeroso” e a tendência é evitarmos a sensação de fome. O que ocorre é que estamos sempre comendo a mais. Se percebemos que vamos ficar com fome em alguns instantes corremos para a comida. Isso ocorre sem nem ao menos percebermos. E mais: vai se tornando um hábito.

Minha dica: esteja atento ao seu corpo, a satisfação e fome fisiológica e coma de acordo com isso. Não adianta alguém dizer a quantidade que você deve comer. Você é quem precisa adquirir um autoconhecimento e saber controlar isso. Não coma para ficar cheio. Coma para se sentir satisfeito. E não tema aquela sensação fisiológica da fome. Ela é natural. Se você senti-la termine o que quer que você esteja fazendo no momento com calma e depois prepare um lanche saudável.

Maria Cristina Lopes | Psicóloga do emagrecimento | CRP 5/47829 | mariacristinalopes.com | @emagrecimentosemestresse | 21993053432 | cristina@mariacristinalopes.com

Ficar muito tempo deitada ou sentada no sofá assistindo televisão é o lazer preferido de muitas pessoas, abrindo mão de sair para festas e passeios. Porém, este hábito pode provocar impacto negativo em sua saúde física e mental. Confira a lista:

34

  1. Além de te deixar “presa” ao sofá, este hábito faz com que você abandone exercícios físicos, atrapalhando a dieta. Também há o aumento do consumo de alimentos pouco saudáveis durante as maratonas de filmes e séries.
  2. Estudos apontam que a cada hora diante da televisão, você aumenta 3,4% as chances de desenvolver diabetes.
  3. Ao ficar muito tempo em frente à televisão, pode atrapalhar os seus relacionamentos, visto que as ideias e conceitos passados nos programas podem provocar expectativas equivocadas que comprometem a relação real.
  4. A solidão e depressão podem ser desencadeados e intensificados por causa do isolamento causado pelas horas diante da televisão.
  5. A qualidade do seu sono pode ser comprometida com o uso recorrente do aparelho de televisão. Dormir com ela ligada dificulta o processo de relaxamento, comprometendo o descanso no período noturno.

Qualquer fonte de calor, seja secador, chapinha ou exposição excessiva ao sol, são responsáveis por reter a umidade do seu cabelo, causando a desidratação. A perda de viço e brilho também é um dos problemas acarretados pelo excesso de calor, também há a alteração da estrutura do fio, que pode tornar o cabelo mais quebradiço.

Para evitar danos aos fios, é necessário buscar equipamentos que cheguem a 190ºC no máximo. Porém, cabelos finos podem ser expostos à 150ºC, e os tingidos 140ºC para evitar desbotamento.

33

Mas afinal, o que acontece com o seu cabelo no processo de chapinha?

  1. Danos

A alta temperatura encostada nas cutículas dos fios traz inúmeros danos. Para evitar isso, é necessário usar proteção para o cabelo.

  1. Ressecamento

Os fios ficam ressacados, e em casos muito extremos, eles podem ficar quebrados e até mesmo queimados. Entre os danos comuns, estão as pontas duplas, excesso de frizz e fios sem brilho e opacos.

  1. Proteção sempre

Sem proteção, os seus cabelos torram. É necessário sempre usar proteção térmica para os fios, como um leave-in termoativado com silicone. E após, um hidratante à base de óleo, para repor a água perdida.

  1. Fios grossos e espigados

Em cabelos com excesso de queratina, a chapinha deixa os fios mais grossos e espigados, pois com o calor exagerado, o cabelo com muita queratina acaba ficando duro e sem movimento.

  1. Cabelo áspero

Esse é o principal sinal de que a chapinha está danificando o seu cabelo. Se o aparelho está com um calor exagerado, é possível sentir o cheiro de cabelo queimado no momento que o dano está sendo feito.

Chegando o final de semana muitas pessoas sentem medo de se afastar de seus objetivos. E quando saem um pouco da dieta a culpa acaba tomando conta e no fim saem ainda mais da dieta. Parece um ciclo sem fim. E eu gostaria de dar uma pequena explicação sobre o que se passa pela sua cabeça neste momento e ajudar a driblar a culpa e os grandes deslizes.

4

– Pensamento tudo ou nada.

Um tipo de pensamento disfuncional muito comum é o pensamento “tudo ou nada”, “8/80” ou como quiser chamar. É quando pensamos que já que não está tudo perfeito então não vale nada. Vemos apenas as coisas como perfeitas ou horríveis. Valorizamos o que está 100% de acordo com as nossas expectativas. O problema deste pensamento é que paralisa o nosso comportamento. O momento nunca é perfeito e acabamos não nos comprometendo com nossos objetivos.

Em relação aos finais de semana a ideia é a mesma. Acabamos deslizando em um almoço com a família, em um café da manhã fora de casa e o que passa pela nossa cabeça é “já saí da dieta um pouco, não vale mais a pena” ou seja “se não foi 100%, não vale nada”.

Se conseguirmos nos comprometer 80% com a dieta no final de semana, às vezes um pensamento “tudo ou nada” passa pela nossa cabeça desvalorizando tudo o que foi conquistado e fazendo com que a gente desista de tudo.

E o que fazer para modificar esta situação semanal? Bom, existem várias estratégias, mas algumas você pode começar agora mesmo.

1 – Valorize os pontos positivos. Se você conseguiu fazer uma refeição adequada seguida ao deslize valorize isso. Quanto mais pensamos nos pontos negativos mais atenção é dada a eles e mais forte ele fica na nossa memória. Construa memórias positivas para desvalorizar o pensamento “tudo ou nada”.

2 – Busque soluções. Não foque no perfeito: afinal, existe algo na vida que seja perfeito? É mais fácil e realista pensar em melhorar e não pensar em ser perfeito.

3 – Faça uma escala de adequação à dieta. De 0 a 100. É mais fácil não termos pensamentos tudo ou nada (0/100) se quantificarmos nosso comportamento em uma escala. Assim, se nossa refeição fica no nível 50 na escala de adequação, não temos possibilidade de pensarmos “foi simplesmente horrível”. E assim, não desistimos completamente da dieta durante o final de semana.

Maria Cristina Lopes | Psicóloga do emagrecimento | CRP 5/47829 | mariacristinalopes.com | @emagrecimentosemestresse | 21993053432 | cristina@mariacristinalopes.com

Manter as unhas bem cuidadas e bonitas sempre, não é uma tarefa muito fácil. Elas são compostas de queratina, e podem ter o enfraquecimento relacionado a fatores como: contato constante com produtos químicos, deficiência de nutrientes ou falta de hidratação. Veja estas dicas para mantê-las lindas e fortes sempre:

32

1.Cuide de sua alimentação

A carência de vitaminas A, C e complexo B, além de cálcio e ferro, podem refletir na saúde das unhas.

2.Use luvas

Mexer constantemente com água e produtos químicos pode ser o responsável pelas unhas fracas e quebradiças. Nesses casos, use sempre luvas de borracha.

3.Não dispense a base

Use sempre uma base antes de esmaltar. Essa camada impede que as unhas desidratem, criando ainda uma película resistente à quebra. Mas nem toda base que promete fortalecer as unhas é real. Busque sempre produtos com vitaminas E e B5, que são componentes que ajudam no crescimento a fortalecimento das unhas.

4.Mantenha as unhas curtas

Quanto mais longas as unhas, mais chances de quebra elas têm. E também, dependendo da maneira que elas se quebram, é possível que entrem bactérias e infeccionem as suas unhas e pele.

5.Hidrate as unhas

Use cremes à base de ureia ou óleos de amêndoas entre as esmaltações. O ideal é remover o esmalte um dia antes de pintar novamente. Neste dia de descanso, as unhas devem ser polidas e hidratadas.

6.Pegue leve na cutícula

Ela serve para proteger a unha. Retirá-la totalmente cria um ambiente propício para a proliferação de fungos e bactérias. O ideal é apenas empurrar a cutícula e retirar o excedente.

Para aproveitar melhor os alimentos e manter uma alimentação mais balanceada, saudável e reduzir os gastos, uma ótima saída são as marmitas! O segredo é sempre pensar na refeição priorizando uma porção de cada grupo alimentar: fibras, proteínas e carboidratos. Lembre-se de tomar cuidado com a conservação e refrigeração dos alimentos.

31

1.Aposte em cereais integrais como a quinoa, couscous e triguilho em forma de salada, risoto, quibe magro ou vegetariano, que são fáceis de fazer. Fracione as receitas e congele em porções para levar na marmita.

2.Para levar e garantir a durabilidade e qualidade dos alimentos, leve-os dentro de uma bolsa térmica. Ao chegar no seu trabalho, coloque a sua marmita na geladeira.

3.Evite alimentos fritos, com molho ou ovos na marmita. Eles têm uma maior possibilidade de estragar, correndo o risco de contaminar toda a comida.

4.Legumes refogados, sem molhos, são ótimas opções para ser a sua fonte de fibras. As farofas de farinha de milho e mandioca também ajudam a fornecer uma dose de proteína e carne.

5.Para evitar contaminação, o ideal é que a marmita tenha compartimentos separados para que comidas cruas e cozidas não se misturem.

6.Deixe um pote com granola ou cereais em barra, castanhas, nozes e amêndoas para adicionar às frutas que você levar na marmita.

  1. Para não errar na sua marmita, pense nos três grupos alimentares e diversifique o seu prato.

O queijo, como a maioria dos laticínios, são importantes fontes de cálcio. Ele é essencial para a manutenção dos ossos e dentes, por isso, é necessário que seja consumido na quantidade ideal.

template_14

De acordo com nutricionistas, ele deve ser consumido três vezes ao dia, na medida de uma fatia com espessura de um dedo, por porção.

Os melhores queijos para ajudar no emagrecimento é o branco, ricota, tofu e cottage. Os outros não são vetados, mas devem ser evitados.

Quando mais amarelo o queijo, mais gordura, sódio e corante ele tem. Porém, existem queijos claros que também são calóricos e gordurosos, como o gorgonzola e brie.

Para obter a quantidade ideal de cálcio ao longo do dia, é necessário variar o queijo com outras fontes, como por exemplo, o leite e o iogurte.

Aqui é a Maria Cristina Lopes do Emagrecimento sem estresse e hoje eu gostaria de falar com você sobre duas trapaças que nosso cérebro nos prega e que nos impede de emagrecer.

3

Sim! Nosso cérebro funciona de uma maneira que pode sim estar nos impedindo de emagrecer. E o mais impressionante é que a grande maioria das pessoas não sabe disso.

#1ª Trapaça: tudo é desprazer!

Nosso cérebro codifica as informações primariamente em duas categorias: prazer e desprazer. Agora imagine: fazer dieta, exercícios, mudanças de hábito e programações chatas serão codificadas como? Provavelmente na categoria desprazer, certo? Certíssimo!

Geralmente começamos o processo de emagrecimento de forma totalmente errada: fazemos exercícios que não suportamos, temos uma dieta que odiamos e super restritiva, etc. Não procuramos algo que seja interpretado como prazeroso.

Provavelmente ainda não sabemos sobre atitudes saudáveis que nos dão prazer. Mas não é tarde para descobrir. Fazer aulas experimentais é uma boa ideia. A vida não termina na academia. Existem várias atividades disponíveis por aí: dança, pilates, natação, yoga, caminhada, etc.

Também em relação a alimentação precisamos testar. Provavelmente já sabemos que tipo de doce gostamos mais, mas não sabemos que tipo de salada gostamos mais, ou que receitas saudáveis são mais saborosas. É preciso testar!

#2ª Trapaça: nossa memória é curta!

Sim, nossa memória é muitíssimo curta. Principalmente em um primeiro momento, quando estamos codificando uma nova informação. Portanto, se queremos emagrecer X quilos não adianta pensarmos apenas na linha de chegada. Nosso cérebro não vai aguentar! Precisamos fracionar nossas metas em objetivos atingíveis a curto prazo (uma ou duas semanas no máximo).

E mais uma dica: depois de atingir o objetivo de curto prazo se dê um presente, um agrado (lembra da trapaça prazer/desprazer? Que tal trapacear o cérebro dando algo positivo?), como um passeio legal, uma massagem, um dia relaxante, etc. Só não vale se dar de presente um alimento inadequado!

Agora você já sabe duas trapaças que seu cérebro pode estar te pregando e como modificar essa situação! Até a próxima!

Maria Cristina Lopes | Psicóloga do emagrecimento | CRP 5/47829 | mariacristinalopes.com | @emagrecimentosemestresse | 21993053432 | cristina@mariacristinalopes.com